COMO FAZER UMA SUPER REPORTAGEM SEM NENHUM CONTEÚDO!



Desde que assisti O Impossível, após Tom Holland ser anunciado como o novo Peter Parker, virei fã do garoto. Lucas, o garoto que ele interpreta do filme é muito mais heroico do que todos os vingadores juntos. A cena em que ele encontra os irmãos e o pai depois de um Tsunami é uma das mais bonitas que já vi no cinema.


Lucas encontra o pai e os irmãos em O Impossível. O nome Lucas é falado pelo menos umas 30 vezes em menos de um minuto nesta cena.



Além delas o filme de curta metragem Momentos é de fazer chorar até o mais anti sentimental dos sujeitos.

E o jovem astro (sempre que uso a palavra jovem é uma ironia com a bandidagem di menor do Brasil) é alguém que sabe se comunicar com o público. Sua conta no Instagram é das mais divertidas e vez por outra ele lança uma curiosidade sobre o filme Homem Aranha, Volta Ao Lar, que está sendo filmado.

Uma foto publicada por ✌️ (@tomholland2013) em


E o que tudo isto tem a ver com o título deste artigo? Sempre fui grande leitor de blogs de cinema, os primeiros que li há muitos anos foram Cinema Em Cena, do comunistinha Paulo Vilaça, o qual não leio mais e Cinema Com Rapadura. E uma coisa que sempre achei desconfortável, do ponto de vista de um leitor é uma reportagem enorme, sem nenhum tipo de informação real, baseado somente em uma frase ou uma foto.

No caso da reportagem acima o assunto é UMA FOTO MISTERIOSA, publicada por Tom Holland em seu instagram. A foto não tem mistério algum. É só o Homem Aranha em uma foto preto e branco. Quando for passado o filme todos verão que é só uma cena qualquer na qual ele combate algum bandido. Quando vejo este tipo de foto de alguém que admiro, eu simplesmente compartilho sem nenhum comentário. Entretanto os sites de cinema acham que necessitam fazer um textão de um testículo.

Abaixo o video e a tradução de Momentos, com Tom Holland.


Isto é difícil de entender. E eu realmente não sei por onde começar.

Este veneno não é o que deveria ser.

E aqui estamos nós.



Cada suspiro que passa eu não posso evitar a não ser recordar os momentos que compartilhamos.
Por mais que eu pense que seja difícil que as memorias se tornam, eu posso desenvolver cada flash que se tornam uma foto congelada de perfeição.

Eu me lembro das longas caminhadas no parque, mantendo um ao outro próximo a si. E eu lembro nossas conversas sobre nada ou sobre tudo. Simplesmente nós dois conversando e apreciando um ao outro.

E agora eu sinto sua voz tornando-se apenas um sussurro.

E quando a temperatura se tornava mais congelante, nós ficávamos mais juntos. E naquele momento nós deixávamos o tempo simplesmente seguir em frente.

E agora eu estou aqui só pensando, tendo esperança, mantendo-me na expectativa de não desistir. E estamos perto e junto, conversamos e mesmo que tudo esteja confuso. E enquanto o tempo passa, ainda existem momentos a serem agarrados.



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