DESIGNATED SURVIVOR - O INIMIGO


Impossível assistir a esta série e não compará-la com 24 horas. Os inimigos estão por toda parte e o presidente Tom Kirkman tem que lidar com eles em todos os lugares.

Um destes inimigos é um governador que não reconhece sua presidência, outro, um general que quer matar alguém para saciar sua frustração.

E por último um terrorista que assumiu o atentado que matou toda a cúpula da política americana. Fosse no Brasil e este terrorista provavelmente seria saudado como herói.

O que mais me chamou a atenção neste episódio foi um conceito que cerca a humanidade diariamente: coletivismo x individualismo.

Coletivismo é a crença de que o indivíduo pode e deve ser sacrificado pelo bem maior da maioria. Este indivíduo é representado em todas as formas por um agente americano, talvez algum primo do Jack Bauer, que descobriu onde está o tal terrorista e que ninguém sabe o seu paradeiro.

O presidente deu a ele um período de 12 horas para conseguir estar em segurança, antes de invadir o país que abriga o terrorista. 

Acontece que o general que tem as armas na mão passa inclusive por cima das ordens do presidente e se prepara para levar o país a uma guerra.

Quando descobre tal ato, o presidente o demite na frente de toda a cúpula militar. O mesmo acontece com o governador rebelde. Ele é convidado e convencido a ir à capital, conversar pessoalmente com o presidente. Ao descer do avião o presidente diz que ele conspirou contra o país e o manda prender.

Tanto o general quanto o governador são exemplos claros de pessoas com um pensamento coletivista. Tal qual qualquer comunista do PT, PSDB ou qualquer outro partido brasileiro, para ele não interessa quem irá ser sacrificado. 

Pense por exemplo no caso do Deputado Marco Feliciano e a putinha que o queria comprometer. Que posição o PSC tomou para protegê-lo? Absolutamente nenhum. Para eles importava apenas a honra do partido.

Neste quesito, o Brasil é o país mais coletivista do mundo e viver aqui é sempre um corre corre, como o do povo de Michigan que não quer ser condenado por algo que não fez, ou a empregada da primeira dama que necessita de um favor para não ser deportada.

Em situações caóticas como a enfrentada pelo presidente, sua família e demais oficiais, o importante é distinguir bem quem é o inimigo e combatê-lo com todas as forças necessárias. Mesmo que para isto seja necessário declarar guerra.

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