24 HORA - LEGADO / FLERTANDO COM ISLAMISMO



Ação, suspense e personagens que aparentam sucumbirem a um ataque cardíaco a qualquer momento. Esta foi a fórmula predileta da série 24 horas e continua sendo a fórmula desta 24 Horas - Legado.

O que eu mais gostava na antiga série é que até os bandidos eram convincentes e como espectador eu acabava entrando na história. Até hoje tenho uma fantasia de dar uma surra na piveta da Kim Bauer.

Assisti todos os episódios desta 24 horas e as tramas são bem interessantes. Kim Bauer foi substituída pela esposa do agente Curtis, a qual adora se meter em encrenca. Como ponto positivo para ela, a madame sabe se defender.

O que tem de ruim:

A velha ladainha de que terrorista muçulmano vivem pervertendo a religião. A impressão que dá com tanto muçulmano pervertido é que eles são uma gang muito grande. Parece que contratam a especialista em Oriente Médio, Arlene Clemesha, para escrever os diálogos.



Pai americano é sempre um pilantra que abandona seus filhos, mesmo que ele seja um senador candidato a presidente. Esta história de que todo pai americano é um bosta cansa um bocado. O país já teria sucumbido a tanta estupidez mostrada em todo tipo de tela.

O bandidão negro charmoso. Parece que copiaram a fórmula de Luke Cage. O irmão do Agente Curtis é um bandidão tão cheio de honra e bravura que se você não tomar cuidado acaba torcendo por ele.

Enfim aparenta ser só mais um veículo para fazer americano se sentir a merda do mundo.

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